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Barras, 184 anos: Museu Virtual de Barras do Marataoã lança Tributo à Cidade Natal 2025

Pelo quinto ano consecutivo, sob organização do pesquisador e literato da Academia Piauiense de Letras Dílson Lages Monteiro, ocorre Tributo à Cidade Natal, no mês em que o município de Barras do Marataoã aniversaria

Redação Geral
Por: Redação Geral Fonte: Dilson Lages
14/09/2025 às 17h11 Atualizada em 15/09/2025 às 06h35
Barras, 184 anos: Museu Virtual de Barras do Marataoã lança Tributo à Cidade Natal 2025
Divulgação

Barras, 184 anos: Museu Virtual de Barras do Marataoã lança Tributo à Cidade Natal 2025.

Pelo quinto ano consecutivo, sob organização do pesquisador e literato da Academia Piauiense de Letras Dílson Lages Monteiro, ocorre Tributo à Cidade Natal, no mês em que o município de Barras do Marataoã aniversaria.

A iniciativa, agora integrada ao Museu Virtual de Barras do Marataoã, é uma união de vozes para resgatar memórias e a histórias do Município de todos os tempos, especialmente de seu passado mais remoto. 

Neste ano, a participação nas atividades será certificada com 12h de palestras pelo Museu Virtual de Barras do Marataoã. Para obter a certificação, é necessário preencher a ficha de inscrição a seguir:

Além de responder ao conjunto de 50 questões sobre as palestras veiculadas, a emissão está condicionada à índice de acertos a partir de 60 por cento.

O questionário será hospedado em museuvirtualdebarras.com.br no dia 30 de setembro e encaminhado aos e-mails cadastrados e os inscritos terão 15 dias corridos para responder às questões.

A palestras e atividades acontecem, geralmente, ao vivo, desde de 12 setembro, às 20h,  e são informadas diariamente no blog do Museu Virtual de Barras do Marataoã, às 15h.

Em 24 de setembro, quando Barras faz 184 anos, as palestras serão reproduzidas ininterruptamente por 24 horas na rádio web rádio web zonadamatafm.com.br

Veja a programação 2025 de Tributo à Cidade Natal 2025.

Palestras:

1.Torquato Torres: A família Barboza Ferreira – contribuições à história de Barras do Marataoã

 

2.A Barras do Marataoã de Leônidas Mello: o cotidiano das três primeiras décadas do século XX.

Dílson Lages Monteiro (APL/MUSEU VIRTUAL DE BARRAS)

Clique aqui Museu de Barras Piauí

3.David Caldas: professor, jornalista e homem público

Reginaldo Miranda (APL/IHGPI)

4.Av. Pinheiro Machado: coração comercial de Barras do Marataoã

Francisco de Assis Alves Oliveira

5.A Poesia de Teodoro Castello Branco

Carlos Evandro Martins Eulálio (APL)

6.A Criação, A Harpa e A lira Póetica (Os Castello Branco: três poetas na história) – Valdemir Miranda (Secretário da Educação de Esperantina-PI)

7.A distribuição espacial do babaçu no Norte do Piauí 

Dra. Valdira Brito Vieira (IFPI)

8.Os Castello Branco Ontem e Hoje 

Dílson Lages Monteiro (APL/MUSEU VIRTUAL DE BARRAS)

9.A natureza de Barras nos Haicais de Dilson Lages 

Conversa com o autor.

10.Antepassados patrilineares de meu pai (Rego Barra/ Castello Branco/Rodrigues de Carvalho/Borges Leal)

Dr. Gilberto de Abreu Sodré Carvalho

11.João Pinheiro, perfil biográfico de um transformador de mentalidades.

Elmar Carvalho (APL)

12.O barrense  Dr. Aécio Carvalho: o médico e o professor

13.ATIVIDADES CULTURAIS 

“Sem palavras”: técnica e arte no média-metragem barrense  

Bate-papo com os cineastas Joaquim Neto Ferreira e prof. Marcos Valle

Mediação: Dílson Lages 

Representações de Barras do Marataoã em poemas-canções de Francy Monte.

Bate-papo com o poeta e compositor Francy Monte

Mediação: Dílson Lages

Memórias Sonoras – gênese e criação 

             Bate-papo com o cronista Chagas Botelho

             Mediação: Dílson Lages

Leituras compartilhadas de poemas e crônicas sobre Barras – organização do Museu Virtual de Barras do Marataoã

Lançamento oficial do Museu de Barras do Marataoã 

Obs.: programação sujeito a alterações.

A HISTÓRIA DE BARRAS DO MARATAOÃ – “A ocupação da faixa de terra que compreende a antiga Barras se iniciou em meados do século XVIII, tendo a primeira capela que dá início ao povoamento construída em 1759. Um dos primeiros colonizadores foi o fazendeiro bahiano Miguel Carvalho de Aguiar, aqui estabelecido a partir de vários condicionamentos do contexto da época, entre os quais, a ligação familiar com Bernardo  Carvalho de quem era filho. Bernardo fora o fundador de Bitorocara, hoje Campo Maior, região da qual Barras fazia parte, e com a família Carvalho de Almeida, entre os quais os padres Miguel, Tomé e Inocêncio de Carvalho.

A organização do núcleo urbano se prolonga, sucessivamente, por meio de nomes como Manoel Carvalho, Manoel José da Cunha  e por laços de parentesco a Francisco Borges Leal e sua descendência. A esse tempo, algumas fazendas vão então se formando na extensa área que compreenderia Barras, uma faixa de terras que ia, na primeira metade do século IXX, de Cabeceiras a Luzilândia, margeando a porção esquerda do Rio Parnaíba, no sentido norte.

Barras do Marataoã construiria uma forte história de tradições que se manteria firme até meados de 1950, quando os referências econômicos e a representatividade política, social, cultural e financeira do município, no plano estadual e nacional, sofrem severas mudanças. 

Sua história de tradições, a abundância de recursos naturais e o desejo de sua gente de construir uma sociedade justa e de igualdade permanecem, porém, imorredouros. Por mais um ano, o Tributo à Cidade Natal vive memórias de narrativas que se cristalizaram como representação da identidade e da construção do tecido social, sempre se reinventado em busca de uma cidade, a cada dia melhor, mais participativa, inclusiva e humana” (Dílson Lages Monteiro).

ACESSE EDIÇÕES ANTERIORES DE TRIBUTO À CIDADE NATAL

museudebarras.com.br 

(ASCOM MUSEU VIRTUAL DE BARRAS DO MARATAOÃ)

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