
Barras PI - O terceiro decênio do Fundo de Participação do Município (FPM) de Barras será novamente confiscado. Isso porque o ex-prefeito de Barras, Carlos Monte, não pagou a parcela do INSS que cabia à prefeitura.
Ele teria que pagar R$ 750 mil, mas só pagou R$ 250 mil, que reteve do funcionalismo. A parte patronal de R$ 500 mil ficou em aberto. Acresce-se a esse valor juros e multas.
Além disso, segundo o contador Igo Barros, a forma como foi negociada a dívida impediu que os técnicos da atual gestão parcelassem o débito. O resultado foi que, no mês de janeiro, a administração municipal não recebeu nenhuma das parcelas do FPM. Veja extrato!
A seguir você confere os dois protocolos feitos pelo prefeito Edilson Capote, que tentou por duas vezes salvar a prefeitura dos confiscos do 2º e 3º decênios de janeiro, mas a Receita Federal não permitiu isso, conforme explica o contador.
“Em 2017, o ex prefeito Carlos Monte aderiu a um refis que não permitiria parcelar os próximos meses. Ele se comprometeu a pagar em dias as obrigações patronais dos funcionários da prefeitura. Prometeu, mas não honrou”, disse.
Sem o FPM, a população barrense está sofrendo as consequências. Não é só a administração. O dinheiro não circula. O comércio sofre os impactos. A população fica com a capacidade de consumo reduzida.

