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Rafael Fonteles garante que a crise financeira em decorrência do Covid-19 não irá comprometer salário dos servidores estaduais.

De acordo com o secretário, a compensação prometida pela União irá suprir os recursos com a queda da arrecadação própria devido à crise.

Redação Geral
Por: Redação Geral Fonte: Cidade Verde
30/03/2020 às 17h23
Rafael Fonteles garante que a crise financeira em decorrência do Covid-19 não irá comprometer salário dos servidores estaduais.
Reprodução Cidade Verde

O secretário estadual de Fazenda, Rafael Fonteles garantiu nesta segunda-feira (30) que a crise financeira em decorrência do Covid-19 não irá comprometer salário dos servidores estaduais.

De acordo com o secretário, a compensação prometida pela União irá suprir os recursos com a queda da arrecadação própria devido à crise.

Rafael Fonteles diz que os estados contam com a compensação do governo federal no Fundo de Participação dos Estados que assinala para a manutenção dos patamares financeiros de 2019. Os governos estaduais esperam o mesmo da arrecadação própria do ICMS.

“Esperamos sim poder cumprir a tabela de pagamento dos servidores. Claro que teremos que fazer cortes, onde aquilo que não for essencial, mas a folha de pagamento dos servidores continua sendo prioridade. Iremos cumprir esse mês e os meses seguintes com essa compensação do governo federal também iremos cumprir a tabela”, afirmou Fonteles. 

O secretário também assegurou que não haverá nenhuma supressão de salários como reflexo da crise financeira. Em entrevista na manhã desta segunda-feira (30) ele assinalou queda de 50% na arrecadação e defendeu isolamento social.

“Depois essa conta vai chegar e vai ser diluída com a população. Claro que todo mundo vai pagar um preço de uma depressão mas a recuperação ela vai existir e o modelo a gente já conhece.

Porque o mundo já viveu a crise de (19)29, a crise do pós-guerra, a crise mais recente de 2008 e pacotes trilionários foram feitos pelos governos para combater aquele momento de recessão econômica”, disse. 

Ele aponta o financiamento do governo de grande obras estruturantes como ações a serem feitas após o controle da crise sanitária como resposta à recessão econômica.

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