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Endividamento: Governador confirma pedido de novo empréstimo de R$ 1,5 bilhão

O governador Wellington Dias (PT) confirmou que irá encaminhar à Assembleia Legislativa do Estado pedido de autorização para que o Estado possa contrair um novo empréstimo.

Redação Geral
Por: Redação Geral Fonte: Cidade Verde
05/04/2020 às 16h37
Endividamento: Governador confirma pedido de novo empréstimo de R$ 1,5 bilhão
Lucas GP1

O governador Wellington Dias (PT) confirmou que irá encaminhar à Assembleia Legislativa do Estado pedido de autorização para que o Estado possa contrair um novo empréstimo.

Segundo ele, os recursos serão em duas etapas, cada uma no valor de R$ 750 milhões, totalizando R$ 1,5 bilhão.

Wellington Dias destaca que a Secretaria do Tesouro Nacional deu nota B ao Piauí. Com isso, o Estado teria capacidade para contrair empréstimo no valor de até R$ 5 bilhões. 

“Devo encaminhar ainda esta semana para a Assembleia uma proposta, que foi negociada pelo conjunto dos Estados. Somos 27 unidades da Federação e saiu a resolução que coloca o Piauí como nota B. São apenas 10 estados com nota A e B.

Outros estão com nota C e D. Temos uma lei em andamento no Congresso Nacional o Governo Federal estabeleceu uma regra em relação ao financiamento e por essa regra o Piauí tem acesso a um volume muito maior como R$ 5 bilhões.

Mas pela nossa política de controle do endividamento estamos fazendo a opção de um financiamento em duas etapas já dentro da sistemática com prazo mais alongado e taxa menor”, disse. 

O governo também trabalha para conseguir antecipar R$ 1,6 bilhão de recurso do Fundef. Os recursos devem ser investidos na educação. 

“A previsão é que em novembro possam antecipar o crédito que o estado tem do Fundef em torno de um R$ 1,6 bilhões. Vai permitir investir em educação. Vamos reduzir o analfabetismo, evasão e melhorar a infraestrutura da rede de educação”.

Segundo o governador, há um trabalho para renegociar dívidas de curto prazo. A medida visa reduzir os encargos mensais e aumentar a capacidade de investimentos do Estado. 

“Temos alguns contratos de curto prazo e uma taxa de juro mais elevada. Houve uma redução da taxa de juro e possibilidade de prazos mais alongados. A meta é ampliar até 30 anos com uma taxa mais baixa. Reduz o que o estado paga anualmente e ajuda a aumentar a capacidade de investimentos”, disse. 

Lídia Brito [email protected]

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