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Teresina: dono de loja de autopeças em Teresina é preso novamente por receptação e adulteração de carros roubados

A ex-companheira e o pai do empresário também foram presos por participação no esquema. Um quarto mandado de prisão não foi cumprido

Redação Geral
Por: Redação Geral Fonte: G1 PI
02/12/2022 às 11h15
Teresina: dono de loja de autopeças em Teresina é preso novamente por receptação e adulteração de carros roubados
Divulgação Polinter

A ex-companheira e o pai do empresário também foram presos por participação no esquema. Um quarto mandado de prisão não foi cumprido.

O empresário Adolfo Menescal, proprietário de duas lojas de autopeças em Teresina, foi preso novamente por receptação qualificada, adulteração de veículos roubados e associação criminosa, nesta quinta-feira (1º). A ex-companheira e o pai dele também foram presos por participação no esquema.

Segundo o delegado Marcelo Dias, coordenador da Delegacia de Polícia Interestadual do Piauí (Polinter), uma grande quantidade de carcaças de veículos e 30 motores de picapes roubados foram apreendidos no sítio e nas lojas do investigado.

“Foi a maior apreensão de carcaças de veículos apreendida pela Polinter. A suspeita é que os desmanches de veículos podem estar ligados com a lavagem de dinheiro para facções criminosas”, contou.

Um mandado de prisão continua em aberto, referente a um parente do empresário. Conforme a investigação, a família trabalha com sucata, no entanto, estaria envolvido com o desmanche de carros roubados para fazer a venda das peças ilicitamente.

No mandado expedido pela Justiça do Piauí também foi solicitado a interdição das duas lojas do empresário, bloqueio de bens e contas bancárias, além da apreensão de carros dos presos. Duas picapes foram apreendidas.

“As investigações continuam. Queremos saber quem estaria repassando os carros roubados e outras pessoas que estariam participando do esquema”, informou o delegado.

Primeira prisão

Em abril deste ano, o empresário Adolfo foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Maranhão, com apoio da Polinter do Piauí. Na época, a ex-companheira dele e a irmã também foram presas e as lojas interditadas.

Pelo Maranhão, o empresário responde por vários processos, inclusive de organização criminosa pelo Gaeco do Maranhão e pela Delegacia de Corrupção.

Fonte: G1 PI

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