
Brasília DF - Em contato com o Portal Ibarrasnoticias com.br de sua cidade natal, o servidor público Marcos Aurélio fez uma publicação que apenas viralizou nas redes sociais com a hastags #eupago.
E essa postagem no Facebook do agente socioeducativo da Sejus não promove ou menciona qualquer ataque a jornalistas, e sim usa apenas como Liberdade de Expressão o que é Constitucional, vedado o anonimato. São milhões de posts com essas hastags nas redes sociais.
A Imprensa em Brasília afirma também que uma foto em que aparece Marcos Aurélio é uma pistola de verdade, ele esclarece que de fato é apenas uma montagem e mostra a foto verdadeira que a Imprensa não mostrou.
Veja o slide do Portal as duas fotos.
O servidor da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) nega que sou as redes sociais para compartilhar mensagem de ataque a jornalistas.
"Em nenhum momento eu me refiro a pagar alguém para fazer tal ato, apenas postei p que milhões estavam postando para ironizar o momento". Esclarece Marcos Aurélio
Em sua conta no Facebook, o agente socioeducativo Marcos Aurélio Neves do Rego Sales não faz alusão e nem ofereceu R$ 100 para quem jogar água em um repórter da Rede Globo ao vivo. E nem fez promessa para tal ato. O que para o Código Civil de 2002 geraria um negócio jurídico sobre promessa ou recompensa.
Marcos Sales tem salário líquido de R$ 6.178,73 (R$ 7.873,32 bruto), de acordo com o Portal da Transparência.
O servidor público nunca respondeu um processo disciplinar e é um ótimo profissional, mas está sendo vítima de parte da Imprensa no DF por apoiar o governo de Jair Bolsonaro.
"Tenho o maior respeito pelos profissionais da Imprensa e jamais aceitaria qualquer ato contra a dignidade da pessoa humana ou contra qualquer outro profissional". Finalizou Marcos Aurélio.
Em seu facebook, o servidor é apenas um apoiador ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Marcos Aurélio diz que usou suas redes sociais com sempre fez e em momento algum usou ou cometeu infração penal contra nenhum profissional da Imprensa e se diz vítima de perseguição por apoiar o presidente da República Jair Bolsonaro.
E ele esclarece que a foto em que mostra uma arma é apenas uma montagem e não arma verdadeira de uso funcional.
SEJUS
A Sejus afirmou que abriu processo na corregedoria da pasta. A secretaria vai apurar se o agente descumpriu o Estatuto do Servidor Público do Distrito Federal (Lei Complementar nº840/2011). O processo pode gerar uma advertência do servidor.
O servidor público do GDF precisou pedir ao um Portal de Notícias do Piauí seu direito de resposta.


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